Posted 26 May 2016, 7 years ago | 28,675 notes | reblog this post
(originally tomasorban / via c-isnenegro)
Não me deixe, todos sempre me deixam.
Gossip Girl.   (via aprendizdepoeta)


Posted 26 May 2016, 7 years ago | 22,941 notes | reblog this post
(originally transcurar / via aprendizdepoeta)
Ela tinha aquela fé bonita de que tudo no fim daria certo.
Clarissa Corrêa.     (via futuro-heroi)


Posted 26 May 2016, 7 years ago | 98,615 notes | reblog this post
(originally clarissacorrea / via futuro-heroi)
Amar é sofrer anestesiado.
Eu me chamo Antônio.   (via futuro-heroi)
— E essa saudade?
— Tira do bolso e esquece por aí.
Caio Augusto Leite.  (via promessasvazias)


Posted 26 May 2016, 7 years ago | 44,260 notes | reblog this post
(originally promessasvazias / via promessasvazias)


Posted 26 May 2016, 7 years ago | 46,398 notes | reblog this post
(originally hirxeth / via p-a-r-a-n-0-i-d)
Vou parar de me importar. Fazer demais, querer sempre o bem das pessoas. Não porque eu não queira, mas cansa. Tentar ajudar, ficar do lado, puxar a orelha, querendo sempre o melhor. E no final, ainda ser o errado.
Allax Garcia. (via aprendizdepoeta)


Posted 26 May 2016, 7 years ago | 75,991 notes | reblog this post
(originally allaxg / via aprendizdepoeta)


Posted 26 May 2016, 7 years ago | 852,697 notes | reblog this post
(originally olhardlua / via futuro-heroi)
Anota aí: Essa mania de engolir choro ainda vai matar muita gente afogada.
Aleff Tauã.  (via classificar)


Posted 26 May 2016, 7 years ago | 585 notes | reblog this post
(originally classificar / via classificar)
Se a vida foi feita pra amar, aprender, lidar, compartilhar, sorrir, se importar, beijar, sofrer, perdoar, correr, gritar, chorar, dançar na chuva e essas coisas que a gente vê na TV, eu quero. Se realmente é como dizem, eu quero. Viver desse jeito, sabe? Ser feliz ao ponto de que, quando eu sair da cama de manhã, o diabo pensar: “merda, ele acordou!”.
Aleff Tauã. (via classificar)


Posted 26 May 2016, 7 years ago | 3,671 notes | reblog this post
(originally classificar / via classificar)




Resolvi atravessar meus limites.

Todos aqueles limites que eu mesma coloquei, resolvi superar tudo aquilo que me prendia que não me soltava de forma alguma, resolvi me desprender do passado também, de todos que se foram, e principalmente dos que me atrasavam, resolvi cortar os meus incontáveis vícios, aliás, as minhas incontáveis necessidades, cortei todos eles por me prenderem ao que eu era, e porque o que eu era já me fazia mal há tempos. Cortei raízes com coisas que pra mim me mantinham de pé, do que adiantava ter raízes que me mantinham se elas me deixavam presa ao mesmo lugar. Eu caminhei pela primeira vez sozinha de novo, senti o vento me engolir, e certo medo de me machucar, mas lembrei de que sou forte e que apesar de tudo o que dizem, e do quanto todos temam e se martirizem o mundo lá fora não é tão cruel! Não quando você volta a acreditar em si mesmo.
Respira, inspira, não pira.
Já caí inúmeras vezes, achando que não iria me reerguer,
já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Mas eu não gosto do certo, do fácil, do caminho mais curto. Eu me interesso pelo errado, difícil, longo. Não consigo querer o que me quer. Não sei desejar o que posso ter. Não sou capaz de cuidar do que já floresceu: sempre acabo dando mais atenção pra semente que ainda vai brotar. O racional não me interessa. Eu não sei gostar do lógico.
Coloca o mundo no mudo e escuta teu coração.

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